Ora aqui esta um poema que um amigo meu escreveu... obrigada miudo!
Já tenho 2 poemas teus no blog xD
E obrigada por estes 5 anos... embora separados, és um fofo...
Mas ninguém te atura mais que 10 meses... Estou a brincar, já te aturo à 5 anos!!
A Ana
"Feia, parva, futil e dispensável"
Mentir sobre ti para quê?
Sabes k te considero uma amiga impecável
E és a unica que todos os meus poemas lê
Continuas a mesma:
Realista, vivaça e sempre pronta a gozar
Quase aposto que ao ler isto vais chorar
Vá deixa-te disso... tristeza...
Sinceramente?
Pelo k realmente és, curto-te sériamente
És demais, sempre com algo em mente
Diferente, mas a par das habituais "fofocas"
Continuas a mesma deliquente!
Para sempre Leokas!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
... obrigada... grande homenagem...
Avô que me criaste onde estás?
Sou pedaço de terra sem vida
Sou um templo, uma arte destruída
como um giz que se desfaz
Num quadro negro, reflexo da minha ferida...
Dá-me vida... dá-me água, dá-me paz!
Tua memória por aqui, falta... ainda se faz...
Desejo o teu colo de quando era criança
As tuas palavras sábias que me ensinam
que me transmitem calma e confiança...
Sabes, nem a doença maligna, o teu amor venciam
Deixa-me voltar atrás e prende-me em segurança
Não me deixes voltar ao futuro!
É por ti que me perco e sensuro
Que dor não poder voltar ser criança
Maldito tempo... maldito muro...
Agora só me resta seguir cada conselho teu
e seguir em frente
Vencer cada problema como se tratasse dum pigmeu
É o meu coração que por ti sente
Avô querido... Avô meu...
Sou pedaço de terra sem vida
Sou um templo, uma arte destruída
como um giz que se desfaz
Num quadro negro, reflexo da minha ferida...
Dá-me vida... dá-me água, dá-me paz!
Tua memória por aqui, falta... ainda se faz...
Desejo o teu colo de quando era criança
As tuas palavras sábias que me ensinam
que me transmitem calma e confiança...
Sabes, nem a doença maligna, o teu amor venciam
Deixa-me voltar atrás e prende-me em segurança
Não me deixes voltar ao futuro!
É por ti que me perco e sensuro
Que dor não poder voltar ser criança
Maldito tempo... maldito muro...
Agora só me resta seguir cada conselho teu
e seguir em frente
Vencer cada problema como se tratasse dum pigmeu
É o meu coração que por ti sente
Avô querido... Avô meu...
sábado, 16 de fevereiro de 2008
sem palavras... apreciem...
A redaccão que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen.
A pessoa foi aceite e o seu texto esta a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.
"Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a
brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara
toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora; já estive
sob o
chuveiro até fazer chichi.
Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda
sigo caminhando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro.
Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis
de
esquecer.
Já subi ás escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a
uma
árvore para roubar fruta, já caí por uma escada.
Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho
na
casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para
sempre e
voltei no instante seguinte.
Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na
piscina e
não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os meus lábios dormentes,já
olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar.
Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor
e
renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial, já acordei no
meio
da noite e senti medo de me levantar.
Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei
rosas
num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas
era
um "para sempre" pela metade.
Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros
novos
e
que a vida é um ir e vir permanente.
Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela
lente
da emoção e guardados nesse baú chamado coração...
Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel: "- Qual é
a
sua
experiência?"
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. "Experiência.... "Experiência... "
Será que cultivar sorrisos é experiência?
Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
"- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???"
A pessoa foi aceite e o seu texto esta a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.
"Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a
brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara
toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora; já estive
sob o
chuveiro até fazer chichi.
Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda
sigo caminhando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro.
Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis
de
esquecer.
Já subi ás escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a
uma
árvore para roubar fruta, já caí por uma escada.
Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho
na
casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para
sempre e
voltei no instante seguinte.
Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na
piscina e
não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os meus lábios dormentes,já
olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar.
Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor
e
renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial, já acordei no
meio
da noite e senti medo de me levantar.
Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei
rosas
num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas
era
um "para sempre" pela metade.
Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros
novos
e
que a vida é um ir e vir permanente.
Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela
lente
da emoção e guardados nesse baú chamado coração...
Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel: "- Qual é
a
sua
experiência?"
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. "Experiência.... "Experiência... "
Será que cultivar sorrisos é experiência?
Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
"- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???"
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