domingo, 4 de abril de 2010

Acaba sempre tudo da mesma forma.

Pus muitos dos meus valores ideais de parte por acreditar que o que estava a fazer compensaria depois. Que as queimaduras de cigarro no braço seriam apagadas pelo bronze que apanhariamos os dois algures - sozinhos.

Acaba sempre tudo da mesma forma. Acaba sem acabar. Acaba comigo a fumar e a ouvir uma música imbecil em loop a meio da noite, com vontade de chorar mas sem o querer fazer. Se chorar sinto-me ainda mais sozinha.

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