Porquê?
Porque em nenhum conto de fadas, especialmente no teu, Cinderela, aconteceu o que aconteceu a Diana.
O caso mais mediático de sempre: a filha de um Lorde, bastante humanitária, educadora de infância, a odiada pela Família Real que começou a namorar com o príncipe mais conhecido do mundo ocidental, casou com esse mesmo príncipe, tornou-se princesa, traiu o príncipe e de seguida morreu.
E sabes que mais, Cinderela? Toda a gente gostava dela, toda a gente chorou quando ela morreu, e toda a Comunicação Social fez dela uma Mártir.
Não, Cinderela, não há estória igual a esta! Mas não chores, amiga, tu ainda fazes limpezas como ninguém :)
terça-feira, 30 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Obrigada
por seres quem és.
Ainda que não estejas aqui comigo, és-me essencial!
És tudo o que precisava.
Momentos intensos e inesquecíveis? Vivemo-los todos, juntos :)
Obrigada, J.
Ainda que não estejas aqui comigo, és-me essencial!
És tudo o que precisava.
Momentos intensos e inesquecíveis? Vivemo-los todos, juntos :)
Obrigada, J.
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Contextos Profissionais
"Não te preocupes. O 'stôr' é fixe e vais curtir da cadeira. É dinâmica e apelativa..." blá blá blá wishkas saquetas -.-
Acho que nunca faltei tantas vezes a uma cadeira. E a folha de presenças acabou de passar por mim e aparentemente nunca faltei... Adoro o Campaniço, só pode ser ele que tem assinado por mim.
Mas continuando, o 'stôr' não é fixe. Aliás, he's a pain in the ***.
A rapariga que toda a gente odeia na turma acabou de se queimar a brincar com um isqueiro e disse "fónix", bem alto. E quando eu digo bem alto é bem alto (neste momento estão 17 pessoas na aula, que por sinal, é numa sala em que a projecção de voz é fenomenal, ou seja, se eu suspirar, toda a gente ouve)! O 'stôr' olhou para ela e perguntou, em tom de brincadeira, se a estava a incomodar. Que atado.
Sendo faculdade ou não, uma pessoa é mal educada e sai. Simples. Mas já deve ser normal, visto que a minha turma foi a única na instituição que foi expulsa... No 1º semestre. Com a coordenadora de curso. Bonito.
A cadeira não é dinâmica. Não é fixe. Não é minimamente interessante.
Estamos a falar sobre o Código Deontológico do Jornalista. Que é uma coisa que ninguém sabe e uma novidade para toda a gente =O
Até um guaxinim sabe isto. O jornalista tem de ser imparcial, tem de relatar os factos, fazer um bom uso da fonte, deve combater a censura e o plágio, blá blá blá...
Agora vamos falar da Manuela Boca Guedes, somente porque é giro. E está em voga. Nice.
Se as cadeiras continuarem a ser assim, faço o curso com uma perna às costas.
Falar da Face Oculta. Também é bastante engrançado.
Bastante engraçado também são as piadinhas que o 'stôr' manda no meio da aula.
"Sabiam que o meu último nome é Brinca? E sabem porquê? Porque estou sempre a brincar!"
E ri-se. Como se tivesse acabado de contar a melhor anedota do mundo (Monty Piton).
"Teve piada, não teve meninos?". "Não, não teve 'stôr'."
None.
Continuando no Código Deontológico do Jornalista, ele diz que não se deve esconder informação.
O RLY?!?!
Professorzinho, se eu publicar esta aula no meu blog, ou seja, na Internet, aquele meio de comunicação novito e completamente desconhecido, acha muito mal, professorzinho?
Professorzinho, se eu, na minha publicação, não me mostrar uma verdadeira jornalista e não me mostrar isenta de opiniões, faz muito mal, professorzinho?
Professorzinho, se eu me marimbar para a sua aula e começar a jogar WoW, acha muito mal, professorzinho? Eu prometo não incomodar ninguém e ficar aqui, no canto da sala, e não dizer "fónix". E prometo também, quando chegar a casa, que vou ver o Power Point que o professor está a passar neste momento. Pode ser, professorzinho?
Obrigada, professorzinho!
Acho que nunca faltei tantas vezes a uma cadeira. E a folha de presenças acabou de passar por mim e aparentemente nunca faltei... Adoro o Campaniço, só pode ser ele que tem assinado por mim.
Mas continuando, o 'stôr' não é fixe. Aliás, he's a pain in the ***.
A rapariga que toda a gente odeia na turma acabou de se queimar a brincar com um isqueiro e disse "fónix", bem alto. E quando eu digo bem alto é bem alto (neste momento estão 17 pessoas na aula, que por sinal, é numa sala em que a projecção de voz é fenomenal, ou seja, se eu suspirar, toda a gente ouve)! O 'stôr' olhou para ela e perguntou, em tom de brincadeira, se a estava a incomodar. Que atado.
Sendo faculdade ou não, uma pessoa é mal educada e sai. Simples. Mas já deve ser normal, visto que a minha turma foi a única na instituição que foi expulsa... No 1º semestre. Com a coordenadora de curso. Bonito.
A cadeira não é dinâmica. Não é fixe. Não é minimamente interessante.
Estamos a falar sobre o Código Deontológico do Jornalista. Que é uma coisa que ninguém sabe e uma novidade para toda a gente =O
Até um guaxinim sabe isto. O jornalista tem de ser imparcial, tem de relatar os factos, fazer um bom uso da fonte, deve combater a censura e o plágio, blá blá blá...
Agora vamos falar da Manuela Boca Guedes, somente porque é giro. E está em voga. Nice.
Se as cadeiras continuarem a ser assim, faço o curso com uma perna às costas.
Falar da Face Oculta. Também é bastante engrançado.
Bastante engraçado também são as piadinhas que o 'stôr' manda no meio da aula.
"Sabiam que o meu último nome é Brinca? E sabem porquê? Porque estou sempre a brincar!"
E ri-se. Como se tivesse acabado de contar a melhor anedota do mundo (Monty Piton).
"Teve piada, não teve meninos?". "Não, não teve 'stôr'."
None.
Continuando no Código Deontológico do Jornalista, ele diz que não se deve esconder informação.
O RLY?!?!
Professorzinho, se eu publicar esta aula no meu blog, ou seja, na Internet, aquele meio de comunicação novito e completamente desconhecido, acha muito mal, professorzinho?
Professorzinho, se eu, na minha publicação, não me mostrar uma verdadeira jornalista e não me mostrar isenta de opiniões, faz muito mal, professorzinho?
Professorzinho, se eu me marimbar para a sua aula e começar a jogar WoW, acha muito mal, professorzinho? Eu prometo não incomodar ninguém e ficar aqui, no canto da sala, e não dizer "fónix". E prometo também, quando chegar a casa, que vou ver o Power Point que o professor está a passar neste momento. Pode ser, professorzinho?
Obrigada, professorzinho!
segunda-feira, 8 de março de 2010
Tenho
que escrever uma cena para AP...
Really? REALLY?
You might as well let me do the whole fucking thing -.-
Really? REALLY?
You might as well let me do the whole fucking thing -.-
quarta-feira, 3 de março de 2010
O que diz o rapaz emo à rapariga emo?
Não gosto, nem desgosto. De alguns emos.
Não gosto dos emos que dizem que emo é o mesmo que punk. Não é! Desenganem-se.
O punk é um forma de estar na vida completamente diferente da dos emos. Não tentem compreender, pois eu também nem me dou ao trabalho de explicar. Quem conhece, conhece, e sente o punk como ninguém.
Não gosto de emos que dizem que são punks. I feel like bitch-slapping u!
Não gosto de emos com t-shirts de Sex Pistols. Metem-me nojo.
Não gosto de emos com calças rasgadas, ou axadrezadas. Morram.
Não gosto de emos posers. Desapareçam!
Não gosto de emos gays. Posers -.-
Não gosto dos emos que se cortam. Idiots!
Há muitos mais emos que não gosto, mas não me lembro.
Simpatizo com os emos que são emos e afirmam que são emos. Cada um na sua.
Simpatizo com os emos que têm cabelo à emo. Essa porra deve dar um trabalhão todos os dias que merecem uma vénia por terem tanta paciencia!!
E acho que é só com esses que simpatizo. Não gosto de pessoas ponto.
Comboio
Eu gosto de andar de comboio - frase um bocado infantil, mas como não quero elaborar e dizer "a minha pessoa aprecia curtas ou longas viagens no transporte público denominado «comboio»", fica assim.
Gosto. E admito. É daqueles poucos momentos na vida de estudante em que se pode pensar a sério. Sem confusões, sem medo, com a única pressão de não pensar demais para não esquecer a paragem em que se sai.
O autocarro também é assim. Não gosto tanto, mas come-se.
O que eu não gosto mesmo, aliás, não suporto, odeio e rogo pragas, são aquelas pessoas que falam alto nos transportes públicos. Seja ao telemóvel ou com a vizinha do lado. É transporte público mas calma lá!! Que interesse tenho eu em saber que aquela mulher foi trocada ou que aquele rapaz começou ontem a tirar a carta?! Alguém que me explique, porque devo ser muito estúpida para entender...
É que se ainda fosse uma conversa com um mínimo de conteúdo informativo, OK. Mas são coisas tão... ARGH! O meu cérebro começa a latejar e as náuseas tornam-se uma constante.
Hoje foi um desses dias. Ia eu feliz e contente, a falar com os meus botões, no comboio. Última estação - Oriente. Nº de paragens restante: 7.
Entra um rapariga que, curiosamente, se senta à minha frente. Daquelas miudas do secúndário que são muito más mas chegam a casa e choram baba e ranho (visão nojenta). E eu penso "porque é que me calha sempre a mim?!". A rapariga foi, durante 7 paragens, e sublinho o 7, a falar ao telemóvel. Tudo bem até aqui, não fosse o facto de eu já ter o iPod no volume máximo e continuava a ouvir a miuda!!
God damn -.- quem disse "deus abençoe as criancinhas" devia sufocar no seu próprio mijo, e seguidamente ser empalado. (dia não, nota-se?)
Gosto. E admito. É daqueles poucos momentos na vida de estudante em que se pode pensar a sério. Sem confusões, sem medo, com a única pressão de não pensar demais para não esquecer a paragem em que se sai.
O autocarro também é assim. Não gosto tanto, mas come-se.
O que eu não gosto mesmo, aliás, não suporto, odeio e rogo pragas, são aquelas pessoas que falam alto nos transportes públicos. Seja ao telemóvel ou com a vizinha do lado. É transporte público mas calma lá!! Que interesse tenho eu em saber que aquela mulher foi trocada ou que aquele rapaz começou ontem a tirar a carta?! Alguém que me explique, porque devo ser muito estúpida para entender...
É que se ainda fosse uma conversa com um mínimo de conteúdo informativo, OK. Mas são coisas tão... ARGH! O meu cérebro começa a latejar e as náuseas tornam-se uma constante.
Hoje foi um desses dias. Ia eu feliz e contente, a falar com os meus botões, no comboio. Última estação - Oriente. Nº de paragens restante: 7.
Entra um rapariga que, curiosamente, se senta à minha frente. Daquelas miudas do secúndário que são muito más mas chegam a casa e choram baba e ranho (visão nojenta). E eu penso "porque é que me calha sempre a mim?!". A rapariga foi, durante 7 paragens, e sublinho o 7, a falar ao telemóvel. Tudo bem até aqui, não fosse o facto de eu já ter o iPod no volume máximo e continuava a ouvir a miuda!!
God damn -.- quem disse "deus abençoe as criancinhas" devia sufocar no seu próprio mijo, e seguidamente ser empalado. (dia não, nota-se?)
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