quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Universidade

É um mundo totalmente novo. Não gosto nem desgosto. É só novo. Diferente.
Toda a gente se lembra daqueles filmes de adolescentes, "American Pie" and stuff. Eu pensava que a faculdade ia ser isso. WRONG!! Nada a ver. São trabalhos atrás de trabalhos, frequências e festa todas as 5as feiras.

Yupi -.-

As aulas são uma seca, ou eu sou muito culta ou este curso é para estúpidos. Ainda não aprendi nada de novo este semestre. Estou a desmoralizar completamente. Se um 'canudo' é passar por isto durante 3 anos, então não quero ter uma Licenciatura. E se o Mestrado for a mesma coisa, também não.

Não estava tão bem a trabalhar? Ganhava o meu dinheirinho, tinha a minha independência, não precisava de autorização nem de pedir dinheiro aos papás para sair, para ir às compras, para ir acampar, para ir a concertos, para ir a todo o lado e para fazer tudo! Agora é sempre:
- Mãe, dá-me dinheiro...
- Para quê?
- Vou ao café com a Rita.
- Toma (2€).
- Mas mãe, tá calor...
- E depois? (tom de voz o mais arrogante possível)
- E depois que nós vamos comer um gelado e depois vamos dar uma volta.
- Então mas não era só café?! (tom ainda mais arrogante, se é que isso é possível!)

E depois eu lá lhe dou a volta e ela dá-me mais dinheiro. E quando é para sair com o namorado é ainda pior :S

Sem comentários. Right? Right.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Estive a manhã toda em casa.

Tenho de sair.
Estou a dar em doida.

Os últimos dias

Não poderiam ter sido mais estranhos.
Sinto falta de algumas pessoas. Enchi de outras.
Estou mesmo bastante cansada de ver sempre as mesmas caras, durante o dia são uns, à noite outros. E continuam a faltar os que fazem realmente falta.
Vou beber café com o Pestana na 6ª. Saudades :) já não o vejo à demasiado tempo.
Sei que eventualmente vamos acabar sentados numa esplanada qualquer, ele com uma imperial e eu com uma coca-cola na mesa, a jogar ao "speed".
Hoje é dia de sair. Lá vamos nós, os mesmos de sempre, beber um café no Tucano, seguir para o Desassossego, pedir orgasmos, jogar bilhar ou "Ring of Fire" ("Waterfall" em Valença), pedir mais uns quantos orgasmos, jogar ao "Desconfia", pedir mais booze, falar um bocado, e quando a bebida acabar pede-se mais e jogamos mais um bocado, comer uma pita ou ir ao Furgão ou à Bigodes, voltar para o Desassossego, beber um pouco mais, talvez hoje se vá ao Yama ou ao RockALot, só porque é 5ª Feira, e eventualmente quase toda a gente acabará por ir para casa e eu, ou vou de arrasto, ou vou para uma discoteca qualquer...

Oww, how i hate Thursdays... And every other day on the calendar...

domingo, 4 de abril de 2010

Acaba sempre tudo da mesma forma.

Pus muitos dos meus valores ideais de parte por acreditar que o que estava a fazer compensaria depois. Que as queimaduras de cigarro no braço seriam apagadas pelo bronze que apanhariamos os dois algures - sozinhos.

Acaba sempre tudo da mesma forma. Acaba sem acabar. Acaba comigo a fumar e a ouvir uma música imbecil em loop a meio da noite, com vontade de chorar mas sem o querer fazer. Se chorar sinto-me ainda mais sozinha.

Fábula Brasileira

Encontrei esta fábula ao acaso. Achei-a tão genial que tinha de a partilhar. Espero sinceramente que gostem tanto ou mais que eu :)

"A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a loucura propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? - Perguntou a Curiosidade.
- Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês escondem-se. Quando eu acabar de contar, vou procurar-vos e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
- 1,2,3, ...- a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro num lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e escondeu-se perto dele, debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam-se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no número noventa e nove.

- CEM! - Gritou a Loucura - Vou começar a procurar.

A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não aguentava mais, queria saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficava. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e o Amor não aparecia.

Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou num pauzinho começou a procurar por entre os galhos, quando de repente, ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre.
O Amor aceitou as desculpas.


Hoje, o Amor é cego e a Loucura acompanha-o sempre..."

sábado, 3 de abril de 2010

Valença

Que estouro! Que devassidão!
Rever a família, os tios, os primos e O PRIMO, rever velhas amizades e amigos de sempre...
Bebedeiras e trabalho. Passar a noite a falar e a jogar "Waterfall"...

Foi bom... Quando lá voltar será ainda melhor :D

terça-feira, 30 de março de 2010

Cinderela, estás ultrapassada!

Porquê?

Porque em nenhum conto de fadas, especialmente no teu, Cinderela, aconteceu o que aconteceu a Diana.
O caso mais mediático de sempre: a filha de um Lorde, bastante humanitária, educadora de infância, a odiada pela Família Real que começou a namorar com o príncipe mais conhecido do mundo ocidental, casou com esse mesmo príncipe, tornou-se princesa, traiu o príncipe e de seguida morreu.

E sabes que mais, Cinderela? Toda a gente gostava dela, toda a gente chorou quando ela morreu, e toda a Comunicação Social fez dela uma Mártir.

Não, Cinderela, não há estória igual a esta! Mas não chores, amiga, tu ainda fazes limpezas como ninguém :)

"As notícias não são o que são."

A realidade também não. E no entanto ninguém se queixa.

domingo, 28 de março de 2010

Obrigada

por seres quem és.
Ainda que não estejas aqui comigo, és-me essencial!
És tudo o que precisava.
Momentos intensos e inesquecíveis? Vivemo-los todos, juntos :)
Obrigada, J.

quarta-feira, 24 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Contextos Profissionais

"Não te preocupes. O 'stôr' é fixe e vais curtir da cadeira. É dinâmica e apelativa..." blá blá blá wishkas saquetas -.-

Acho que nunca faltei tantas vezes a uma cadeira. E a folha de presenças acabou de passar por mim e aparentemente nunca faltei... Adoro o Campaniço, só pode ser ele que tem assinado por mim.
Mas continuando, o 'stôr' não é fixe. Aliás, he's a pain in the ***.
A rapariga que toda a gente odeia na turma acabou de se queimar a brincar com um isqueiro e disse "fónix", bem alto. E quando eu digo bem alto é bem alto (neste momento estão 17 pessoas na aula, que por sinal, é numa sala em que a projecção de voz é fenomenal, ou seja, se eu suspirar, toda a gente ouve)! O 'stôr' olhou para ela e perguntou, em tom de brincadeira, se a estava a incomodar. Que atado.
Sendo faculdade ou não, uma pessoa é mal educada e sai. Simples. Mas já deve ser normal, visto que a minha turma foi a única na instituição que foi expulsa... No 1º semestre. Com a coordenadora de curso. Bonito.
A cadeira não é dinâmica. Não é fixe. Não é minimamente interessante.
Estamos a falar sobre o Código Deontológico do Jornalista. Que é uma coisa que ninguém sabe e uma novidade para toda a gente =O
Até um guaxinim sabe isto. O jornalista tem de ser imparcial, tem de relatar os factos, fazer um bom uso da fonte, deve combater a censura e o plágio, blá blá blá...
Agora vamos falar da Manuela Boca Guedes, somente porque é giro. E está em voga. Nice.
Se as cadeiras continuarem a ser assim, faço o curso com uma perna às costas.
Falar da Face Oculta. Também é bastante engrançado.

Bastante engraçado também são as piadinhas que o 'stôr' manda no meio da aula.
"Sabiam que o meu último nome é Brinca? E sabem porquê? Porque estou sempre a brincar!"
E ri-se. Como se tivesse acabado de contar a melhor anedota do mundo (Monty Piton).
"Teve piada, não teve meninos?". "Não, não teve 'stôr'."
None.

Continuando no Código Deontológico do Jornalista, ele diz que não se deve esconder informação.
O RLY?!?!

Professorzinho, se eu publicar esta aula no meu blog, ou seja, na Internet, aquele meio de comunicação novito e completamente desconhecido, acha muito mal, professorzinho?
Professorzinho, se eu, na minha publicação, não me mostrar uma verdadeira jornalista e não me mostrar isenta de opiniões, faz muito mal, professorzinho?
Professorzinho, se eu me marimbar para a sua aula e começar a jogar WoW, acha muito mal, professorzinho? Eu prometo não incomodar ninguém e ficar aqui, no canto da sala, e não dizer "fónix". E prometo também, quando chegar a casa, que vou ver o Power Point que o professor está a passar neste momento. Pode ser, professorzinho?


Obrigada, professorzinho!
"Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus."

Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"

segunda-feira, 8 de março de 2010

Tenho

que escrever uma cena para AP...

Really? REALLY?

You might as well let me do the whole fucking thing -.-

quarta-feira, 3 de março de 2010

O que diz o rapaz emo à rapariga emo?














Subject of the day: Emo

Não gosto, nem desgosto. De alguns emos.
Não gosto dos emos que dizem que emo é o mesmo que punk. Não é! Desenganem-se.
O punk é um forma de estar na vida completamente diferente da dos emos. Não tentem compreender, pois eu também nem me dou ao trabalho de explicar. Quem conhece, conhece, e sente o punk como ninguém.
Não gosto de emos que dizem que são punks. I feel like bitch-slapping u!
Não gosto de emos com t-shirts de Sex Pistols. Metem-me nojo.
Não gosto de emos com calças rasgadas, ou axadrezadas. Morram.
Não gosto de emos posers. Desapareçam!
Não gosto de emos gays. Posers -.-
Não gosto dos emos que se cortam. Idiots!
Há muitos mais emos que não gosto, mas não me lembro.

Simpatizo com os emos que são emos e afirmam que são emos. Cada um na sua.
Simpatizo com os emos que têm cabelo à emo. Essa porra deve dar um trabalhão todos os dias que merecem uma vénia por terem tanta paciencia!!

E acho que é só com esses que simpatizo. Não gosto de pessoas ponto.

Comboio

Eu gosto de andar de comboio - frase um bocado infantil, mas como não quero elaborar e dizer "a minha pessoa aprecia curtas ou longas viagens no transporte público denominado «comboio»", fica assim.

Gosto. E admito. É daqueles poucos momentos na vida de estudante em que se pode pensar a sério. Sem confusões, sem medo, com a única pressão de não pensar demais para não esquecer a paragem em que se sai.
O autocarro também é assim. Não gosto tanto, mas come-se.

O que eu não gosto mesmo, aliás, não suporto, odeio e rogo pragas, são aquelas pessoas que falam alto nos transportes públicos. Seja ao telemóvel ou com a vizinha do lado. É transporte público mas calma lá!! Que interesse tenho eu em saber que aquela mulher foi trocada ou que aquele rapaz começou ontem a tirar a carta?! Alguém que me explique, porque devo ser muito estúpida para entender...

É que se ainda fosse uma conversa com um mínimo de conteúdo informativo, OK. Mas são coisas tão... ARGH! O meu cérebro começa a latejar e as náuseas tornam-se uma constante.
Hoje foi um desses dias. Ia eu feliz e contente, a falar com os meus botões, no comboio. Última estação - Oriente. Nº de paragens restante: 7.
Entra um rapariga que, curiosamente, se senta à minha frente. Daquelas miudas do secúndário que são muito más mas chegam a casa e choram baba e ranho (visão nojenta). E eu penso "porque é que me calha sempre a mim?!". A rapariga foi, durante 7 paragens, e sublinho o 7, a falar ao telemóvel. Tudo bem até aqui, não fosse o facto de eu já ter o iPod no volume máximo e continuava a ouvir a miuda!!

God damn -.- quem disse "deus abençoe as criancinhas" devia sufocar no seu próprio mijo, e seguidamente ser empalado. (dia não, nota-se?)

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Ai...

O jantar de CS...
A berraria...
As pseudo bebedeiras...
As pitas...
As mocas...
O desassossego...
O "Ring Of Fire"...
O bebedo que dormiu com a Evan...
A Carlsberg...
A bebedeira a sério...
O pseudo vómito...
O dormir...
O acordar!

Inesquecível! Amo-vos!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Olá, Solidão.

Aprendi, à custa de lágrimas, agumas definições de solidão.
Solidão é amar e não ter esperanças de ser correspondido.
Solidão é querer muito a alguém que nos quer um pouco menos.
Solidão é esperar um pouco mais de alguém que nos oferece um pouco menos do que poderia oferecer.
 Estou a aprender o amargor da solidão, embora tenha apenas vinte anos, tudo por causa de uma procura que, às vezes, dá em nada.
 Eu tenho que admitir que, às vezes, tenho medo, muito medo de não encontrar alguém no meu caminho e ser obrigada a caminhar só, quando o mundo inteiro me espera de braços abertos e me fala tanto de amor.
 Procuro um amor que não morra, e quando descubro que tantos amores morrem, começo a sentir o peso da solidão que se aginganta e, de pequena coisa que era, se transforma em mil pessoas.
 Solidão é sorrir, esperando um sorriso e receber um olhar de compreensão, mas não uma resposta.
Há muitos jovens nesta minha solidão.
 Um jovem é essencialmente um romântico. Até mesmo quando procura a dissipação. O vazio conduz ao apelo e é por isso que tiramos proveito das pessoas que dizemos amar - porque ainda não descobrimos que a soidão se faz de ausências disfarçadas...
 O Homem é sempre um solitário, porque nasce para viver no meio de outros, mas não consegue fazer parte do outro.
 Talvez um dia eu me encontre nos olhos e no sorriso de alguém que queira e esteja disposto a caminhar a meu lado. Penso que a solidão é o preço do crescimento do amor.
A minha avó sofre uma solidão diferente da minha.
A dela tem passado, a minha tem futuro.

OLÁ, SOLIDÃO!

Quando é que deixarás que eu seja eu mesma?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Merda.

As aulas vão (re)começar.
E eu não aproveitei nem um bocad-inho-zinho-ito das minhas férias -.-


O bom disto é que há jantar de curso na 5ª feira... e 6ª não tenho aulas!!!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Dizer algo mais, é estragar o momento.

"Para quem se vai embora é sempre mais fácil. Pelo menos, muda de ares. Quem fica tem de respirar os restos de epiderme polvilhados sobre os móveis da casa."

José Rodrigues Peixoto (2007) - Hoje Não.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Velharias e Quinquilharias

Estava aqui a dar volta às infantilidades do meu quarto - as férias servem sempre para passar três dias (no mínimo) a empacotar o velho, deitar fora o antigo e colocar o novo (ou novamente essencial) nas prateleiras e armários. Subitamente, o meu quarto parece-me ser gigantesco...
Desta vez decidi que vou entregar as roupas que já não uso a uma Igreja, para que estas sejam oferecidas aos pobres.
Cheguei aos livros de escola. Tenho sempre medo de os deitar fora, pois posso vir a precisar deles... Decidi que por mais umas férias, vão ficar por cá.
De volta das bijuterias, acessório obrigatório no quarto de qualquer rapariga, estou indecisa entre deixar ficar por mais uns tempos mais de metade das quinquilharias ou ser inconvenientemente drástica e mandar tudo fora...
Mas o que mais me surpreendeu no meio do mundo inteiro que é o meu quarto foi a colossal colecção de CD's que, em apenas 5 anos, encheram uma parede quase inteira...
Perco-me perante o imenso mar de música que ouvia. Desde Onda Choc a Milénio (no comments), Dulce Pontes a Da Weasel, Alanis Morissete a Green Day, P!nk a Avril Lavigne, Evanescence a 3 Doors Down, S Club 7 a Manowar, Epica a bandas sonoras, existe de tudo. Acho que podia abrir a minha própria music store...
Mas, e realizando a introspectiva mais estúpida da minha vida, fico feliz por tanta música me ter tornando tão musicalmente culta.



E por ter chegado à conclusão que não há nada melhor que o metal \m/

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

domingo, 17 de janeiro de 2010

domingo, 10 de janeiro de 2010

O Gui e eu...

...às 5h da manhã sem combustivel...

... e um pão no bolso!

O que é mais estranho?